O terror tem sido, algumas vezes, o mais avisado conselheiro nas angústias. Muitas vitórias, que a história atribui ao denodo dos generais, foi o ímpeto da resolução extrema do medo que lhas deu.
O que há de característico no terror pânico é que ele não está claramente consciente dos seus motivos; mais os pressupõe do que os conhece e, se necessário, fornece o próprio temor como motivo do temor.